quarta-feira, 27 de abril de 2016

Cavalgada de 1780 km promoverá o bem-estar animal

Cavalgada de 1780 km promoverá o bem-estar animal

A partir do dia 9 de maio, quatro cavaleiros iniciam uma jornada de 51 dias na cavalgada “Do Sertão ao Mar Pelos Caminhos da Estrada Real”, que percorrerá 1780 quilômetros de três Estados brasileiros: MG, SP e RJ.  Em todo percurso, a atenção estará voltada ao bem-estar dos nove cavalos que compõem a expedição, com ações pontuais sendo aplicadas e mensuradas durante todo trajeto.

Teste com bolas de pilates, lançadas na direção do cavalo para medir reações
 (Marcelo Mastrobuono)
A paixão pela cavalgada somada a um caminho histórico, repleto de belezas naturais exuberantes, uniu quatro cavaleiros experientes: José Henrique Castejon, Paulo Junqueira Arantes, Sergio Lima Beck e Frederico Castejon Simioni em uma aventura prevista para durar 51 dias, na Cavalgada denominada: “Do Sertão ao Mar, Pelos Caminhos da Estrada Real”. O quarteto parte para a aventura no dia 9 de maio saindo de Diamantina/MG com dois grandes objetivos principais:  ressaltar a importância do bem-estar animal e incentivar a valorização do patrimônio histórico-cultural dos quatro caminhos da Estrada Real, por intermédio do turismo equestre. Os cavaleiros passarão por cenários históricos em 60 cidades, dentre elas, começando por Ipoema, Catas Altas, Mariana, Ouro Preto (Caminho dos Diamantes), em seguida Congonhas do Campo, Tiradentes, São João Del-Rey, Cruzlia, Caxambu, Cunha, Paraty (Caminho Velho), Petrópolis, Juiz de Fora, Barbacena, Lavras Novas (Caminho Novo), Sabará e finalmente chegada em Cocais (Caminho Sabarabuçu).

De acordo com Frederico Simioni, um dos quatro cavaleiros e, também, responsável pela avaliação do bem-estar animal nos nove cavalos que participam da jornada, os animais quando bem tratados são mais fáceis de serem manejados e cavalgados. “Uma das formas de fortalecimento do vínculo entre cavalo e cavaleiro é a adoção das boas práticas de bem-estar animal, desta forma, aumentamos a frequência de interações positivas com os animais, tornando-os mais confiantes na presença do cavaleiro”, ressaltou Frederico, que é Zootecnista e contribui com trabalhos científicos ligados ao tema Bem-Estar Animal em parceria com universidades, como a FCAV-UNESP de Jaboticabal.

Sete profissionais renomados e experientes da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp de Jaboticabal, avaliarão o bem-estar animal desta cavalgada, sob dois aspectos fundamentais: comportamental e fisiológico. São eles Professor Dr. Mateus J.R. Paranhos da Costa e M.V. Pedro Henrique EstevesTrindade e Paula Moreira da Silva (Testes Comportamentais), Professor Dr. José Corrêa de Lacerda Neto, Msc. Nara Bernardi, Msc. Vinícius Canello e Msc. Karina Calciolari (Testes de esforço). Juntamente aos quatro cavaleiros, eles atuarão com objetivo de avaliar, de forma prática e eficiente, os procedimentos que foram definidos para esta cavalgada, com objetivo de assegur o bem-estar dos cavalos, mesmo após um dia de cavalgada intensa.  Com finalidade de preparar fisicamente os animais para a longa viagem, durante 105 antes do início da cavalgada, os 9 cavalos realizaram intenso treinamento, seguindo Plano de Condicionamento elaborado pelo médico veterinário Paulo Fasano. Exames clínicos e fisiológicos, foram realizados em 14 de abril para avaliar as condições dos cavalos, explica Simioni.

 Bem-Estar Animal antes, durante e após a cavalgada

O conceito de bem-estar animal foi definido pelo Prof. Donald Broom em 1986 como o estado de um indivíduo em relação as suas tentativas de se ajustar ao ambiente. De acordo com o Prof. Mateus Paranhos da Costa, este conceito pode ser aplicado a todos os animais, inclusive aos cavalos, considerando o estado dos animais durante os desafios enfrentados na cavalgada. As ações que serão realizadas para avaliar o bem-estar equino serão compostas por três fases: 1) exames clínicos gerais dos animais; 2) testes comportamentais e 3) Testes de esforço físico.  Os exames clínicos gerais dos animais e os testes ocorrerão antes e após a cavalgada e os testes de esforço físico, apenas antes da cavalgada. O objetivo destes testes é avaliar o bem-estar dos equinos, utilizando como indicadores parâmetros fisiológicos e comportamentais.

O exame clínico dos animais será realizado por um médico veterinário. Antes do início da cavalgada, os equinos serão submetidos a dois testes comportamentais: de aproximação e de reatividade ao medo. Nos testes de esforço físico, os cavalos são submetidos a avaliações em trilhas com percursos totalizando 40 km, sendo realizado mensurações como, por exemplo, frequência cardíaca e respiratória, coleta de sangue venoso dentre outros. Na etapa durante a cavalgada, serão realizadas duas avaliações: pesagem dos animais, a ser aferida uma vez por semana, e diário de bordo para avaliação diária de esforço físico, na qual o cavaleiro preencherá uma planilha que mensura sete variáveis, entre elas distância percorrida, topografia do solo e esforço físico.

“Quando o esforço físico for considerado leve, o esforço físico do dia seguinte poderá ser de moderado a intenso. Já quando for moderado ou intenso é indicado que no dia seguinte seja leve. Entretanto, quando for muito intenso indica-se que o animal tenha um dia de descanso”, explana Frederico Simioni. O professor Pedro Trindade que informa a vantagem dos testes comportamentais já serem validados previamente por outros grupos de pesquisa e serem muito utilizados no meio científico, além de serem simples e de fácil aplicação, tornando possível realiza-los em condições de campo, explica o professor. “Vamos comparar os testes que serão realizados antes e depois da cavalgada, para avaliar as mudanças e efeitos causados pela viagem no comportamento dos animais”, ele reforça. Já o professor Lacerda Neto enfatiza que “pelas variáveis fisiológicas analisadas pelo teste de esforço físico, pode-se avaliar qual o grau de condicionamento físico dos cavalos, e se estão aptos fisicamente para realizar a cavalgada”.

Frederico finaliza que é importante ressaltar que a cavalgada “Do Serão ao Mar Pelos Caminhos da Estrada Real” tem um caráter inovador ao estudar e avaliar o bem-estar animal pois, nas longas cavalgadas realizadas no Brasil, os cavaleiros geralmente dirigem a atenção para as condições físicas dos animais. Entretanto, segundo ele elucida, a questão do bem-estar animal é muito mais complexa do que seu condicionamento físico, por exemplo, envolvendo as reações de medo, a interação humano-animal e o reconhecimento de limites (físicos e psicológicos), dentre outros. 

MAIS INFORMAÇÕES:
Luciene Gazeta – Jornalista/ Relações Públicas
Matriz da Comunicação Assessoria de Imprensa
E-mail: Luciene@matrizdacomunicacao.com.br
Fone: (15) 9-9112-0989

Teste com obstáculos para avaliar o comportamento dos animais
 (Marcelo Mastrobuono)



quinta-feira, 24 de março de 2016

Quatro cavaleiros e um destino: Do Sertão ao Mar, pelos Caminhos da Estrada Real


A aventura dos cavaleiros começará dia 09 maio. Juntos, eles percorrem os 1780 km dos quatro caminhos da Estrada Real, que atravessam três Estados: Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, montando cavalos Mangalarga.

Nesta imagem, o cavaleiro José Henrique Castejon percorre o caminho da Estrada Real em 2014

Os objetivos são nobres: o primeiro é ressaltar a importância do bem-estar animal, seguido de incentivar a valorização do patrimônio histórico-cultural das antigas Estradas Reais, através do turismo equestre. Estes dois propósitos uniram o trio José Henrique Castejon, Paulo Junqueira Arantes, Sergio Lima Beck e Frederico Simioni para encarar a aventura de percorrer, durante 45 dias, os quatro trechos que compõem o caminho completo da Estrada Real.

Estes trechos dividem-se em quatro caminhos: Caminho dos Diamantes, Caminho Velho, Caminho Novo e Caminho de Sabarabuçu. No total, serão 60 cidades percorridas nos três estados e, entre elas, várias se destacam por sua importância histórica, arquitetura e obras como Diamantina, Ouro Preto, Paraty, São João Del Rey e Tiradentes. “Muitos trechos também se destacam por serem regiões que deram origem às raças de cavalos Campolina, Pêga e Mangalarga, que será a raça oficial da cavalgada. Importante também destacar que o percurso pelas trilhas possui paisagens deslumbrantes”, comenta Paulo Junqueira Arantes, empresário que compõe o trio e já realizou inúmeras viagens a cavalo em várias regiões do Brasil e exterior. Paulo contabiliza que a expectativa do trio é percorrer os quase 1800 quilômetros totais da Estrada Real em 51 dias, dividindo a aventura em um dia de descanso a cada 400 quilômetros. Neste dia de “repouso”, além do descanso da tropa, as ferraduras dos cavalos serão trocadas para assegurar o bem-estar dos animais.

“O Caminho da Estrada Real é a única estrada turística com demarcação e apelo histórico do Brasil, com histórias que remetem ao Brasil colonial, quando o ouro, a prata e diamantes percorriam estes trechos para serem transportados para Portugal”, ele reforça José Henrique Castejon, produtor rural, criador de cavalos de polo e ex- competidor deste esporte. Castejon comenta, com muito entusiasmo que, neste mês de março, os cavaleiros percorreram de carro este mesmo trecho para mapeamento prévio das paradas e dos descansos para os animais e ficou impressionado que, durante todos os dias que passou pelos Caminhos da Estrada Real, não encontraram com ninguém realizando o percurso nem a cavalo, nem a pé ou de bicicleta. “É uma constatação triste pois, apesar de não ter um apelo religioso, as paisagens e a relevância histórica destes Caminhos são fascinantes”, ele ressalta.

Bem estar animal

A Estrada Real é o único percurso do Brasil que contém demarcação por 1780 quilômetros sendo 2 mil marcos no total e este fator influenciou fortemente na opção dos cavaleiros pela escolha do Caminho, que oferece terrenos diferenciados compostos por trilhas, estradas de terra e asfalto. O percurso todo oscila subidas longas e curtas, muitas áreas sombreadas, e a maior parte do trajeto é composto por estradas de terra, praticamente 70%, em seguida por asfaltos e trilhas. “Este percurso é favorável para a expedição, demonstrando a ótima resistência do cavalo em trajetos longos e confirmando que é possível percorrê-lo assegurando o bem-estar do animal, confirmados através de exames laboratoriais que serão colhidos durante toda a viagem, para mensurar o rendimento e a saúde dos cavalos”, reforça Castejon. Estes exames serão coordenados pelo professor Mateus Rodrigues Paranhos, da Unesp Jaboticabal, zootecnista especializado em bem-estar animal. Os resultados dos exames serão divulgados periodicamente.

Os três cavaleiros

Jose Henrique Meirelles Castejon - 68 anos – produtor rural nos estados de SP/MG - Reside em Avaré – SP - Começou a cavalgar aos 6 anos participando de caçadas, atividade que praticou em família por muitos anos. Em 1974 começou a jogar polo, atividade que manteve por 40 anos, participando de torneios nacionais e internacionais. Criador de cavalos de polo com mais de 500 animais produzidos. Já percorreu o Caminho Frances de Santiago Compostela, desde Logrono, 760 kms; o Caminho da Fé, de Aguas da Prata a Aparecida, (330 kms) e diversas cavalgadas, na Argentina e Brasil, nos estados de SP, MG, RS

Paulo Junqueira Arantes – 64 anos – empresário. Reside em Curitiba - Começou andar a cavalo ainda criança, em fazendas dos avós no interior paulista e mineiro.
Foi criador de cavalos Mangalarga e diretor do Núcleo de Criadores.
Como apaixonado por cavalos e cavalgadas, fez inúmeras viagens a cavalo em todas as regiões do Brasil, e em vários destinos internacionais como Africa do Sul, Argentina, Botsuana, Canadá, Chile, Equador, Espanha, Estados Unidos, Hungria, Italia, Mongolia, Namibia, Peru, Portugal, Turquia e Zimbabue.

Sergio Lima Beck– 64 anos - Natural do RS reside em Curitiba – PR - Hipólogo, cavaleiro profissional, instrutor de doma e equitação. Atuou como juiz da ABCCMMarchador e como professor no Curso Superior de Equinocultura da PUC-PR. É técnico credenciado da ABCCBretão. Autor de artigos para diversas publicações e já participou de cavalgadas em diversos destinos do Brasil, na Espanha e na Islândia.


Frederico Castejon Simioni – 35 anos – Zootecnista e produtor rural – reside em Ribeirão Preto. Desenvolve e contribui com trabalhos científicos ligados ao tema Bem-Estar Animal em parceria com universidades como a UNESP de Jaboticabal. Em suas criações, pratica o Bem-Estar Animal sempre respeitando as necessidades, comportamentos naturais e limites de cada indivíduo. Apaixonado por cavalos, participou de várias cavalgadas pelo Brasil, incluindo o Caminho da Fé, de Aguas da Prata a Aparecida (330km).

MAIS INFORMAÇÕES:

Luciene Gazeta – Jornalista/ Relações Públicas
Matriz da Comunicação Assessoria de Imprensa
Fone: (15) 9-9112-0989





sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

III Simpósio de Mangalarga reuniu 120 pessoas em Guaranésia/MG

III Simpósio de Mangalarga reuniu 120 pessoas em Guaranésia/MG

A Fazenda Onça, de propriedade da familia Freitas, foi palco para um momento muito importante para a raça Mangalarga: a realização do III Simpósio dos Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga que se consolidou como um evento diferenciado para a raça e, este ano, aconteceu dias 12 e 13/02 em Guaranésia/MG, reunindo 120 pessoas.




Dois dias ensolarados presentearam o sucesso do III Simpósio dos Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga, organizado pelo Núcleo Mangalarga Sul de Minas e Média Mogiana, que ocorreu na centenária Fazenda Onça, situada em Guaranésia, região de Guaxupé no Sul de Minas. Criadores, amigos e familiares do Mangalarga participaram do evento em um clima muito agradável, acompanhando às palestras e fazendo fila para montar os grandes campeões presentes na ocasião.

Heloisa Freitas e Luiz Henrique Ribeiro, o Ninho, recepcionaram os convidados na sexta-feira de manhã, quando ocorreu a primeira palestra com foco em “Avaliação e Seleção do Cavalo Mangalarga”, proferida por Eduardo Leite Cintra, o Pipa e João Tolesano Junior. Essa palestra enfocou o padrão racial e o padrão morfológico da raça Mangalarga e explicou as funções de cada parte do animal na obtenção do andamento único da raça, visando com isso, auxiliar os criadores que estão ingressando na raça a selecionar os animais mais adequados de acordo com os padrões raciais.

A segunda palestra abordou o tema “Criatórios de Mangalarga: Passado, Presente e Futuro”, conduzida por Renato Diniz Junqueira. O Sr. Renato relatou sua infância, suas lembranças e experiências, no seio de uma família que é a maior responsável pela formação da raça desde seu início e também por ter trazido o Mangalarga para o Estado de São Paulo, e como ele vê o momento que estamos vivendo e o futuro da raça.

Após as duas palestras, foi aberto um espaço para um rico debate entre os criadores presentes, que tiveram a oportunidade de expor suas dúvidas e pontos de vista sobre os temas abordados. A seguir, os criadores reuniram-se para um típico almoço mineiro servido à beira da piscina. O período da tarde foi dedicado  a apresentações e  avaliações das éguas jovens, selecionadas  pelos diversos criatórios presentes. Os participantes puderam testar os animais, montando-os para em seguida defender ao microfone suas  escolhas sobre os animais. Foi um momento de degustação do andamento do Mangalarga de criatórios diversos. A noite de sexta foi dedicada a um agradável Jantar árabe, um tempinho de  confraternização e descanso.

No segundo dia, sábado, mais duas palestras reforçaram o contexto teórico do evento: A primeira, “Boas Práticas para um Bom Ferrageamento”, conduzido por Edison Pagoto, foi bastante concorrida, mantendo inclusive os profissionais e técnicos presentes muito atentos. Em seguida, houve a palestra “Melhoramento Genético e Linhagens”, por João Batista da Silva Quadros e Geraldo Santos Castro Filho Este foi um momento muito participativo e interessante, pois dezenas de criadores se manifestaram com dúvidas e perguntas,  proporcionando uma troca de experiências que enriqueceu muito o evento.

“Este Simpósio tem esta pretensão: reunir criadores para proporcionar um momento exclusivo de discussões positivas para a raça, mostrando a importância de se criar o Mangalarga pensando em ter no seu criatório uma avó responsável por uma  geração de grande campeões! Resgatar esta questão é muito produtivo para a raça, além de proporcionar esta deliciosa confraternização que tivemos!”, declarou Luiz Henrique Souza Ribeiro, o Ninho. “Observamos ainda que as palestras reuniram tópicos como os primeiros passos, importantes para criadores novos no Mangalarga, passando por tema técnico como o ferrageamento e encerrando com um assunto polêmico  e complexo que é a genética. E, de forma geral, temos a certeza que toda discussão proporcionada pelo evento foi positiva e enriquecedora para o Mangalarga brasileiro”, finalizou Ninho.

Mais informações sobre o Núcleo Mangalarga Sul de Minas e Média Mogiana podem ser obtidas pelo telefone (35) 3551-3254 ou e-mail nucleomangalarga@veloxmail.com.br

Fonte:
LUCIENE GAZETA – Jornalista/ Assessoria de Imprensa
Luciene@MatrizdaComunicacao.com.br – Fone: (15) 9-9112-0989





segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

MANGALARGA TERÁ SIMPÓSIO DE CRIADORES EM FEVEREIRO


O III Simpósio dos Criadores da Raça Mangalarga acontece dias 12 e 13/02 e será promovido pelo Núcleo Mangalarga Sul de Minas e Média Mogiana na Fazenda Onça, em Guaranésia/MG , com objetivo de abordar as linhas de seleção para os plantéis. O evento contará com quatro palestras técnicas e apresentação de Grandes Campeões Nacionais da raça.



O III Simpósio dos Criadores da Raça Mangalarga acontecerá na sexta-feira dia 12 de fevereiro e no sábado, 13 de fevereiro, e contará com a apresentação de cerca de 46 haras expoentes na raça Mangalarga de diversas regiões dos Estados de São Paulo,  Minas Gerais e Paraná. De acordo com Heloisa Freitas, da Fazenda Onça, criatório que recepcionará o Simpósio, a organização do evento planeja abordar e definir linhas de seleção que norteiem os plantéis de Mangalarga.



Para atingir este objetivo, a programação preparada para o evento será intensa:  o primeiro dia do evento, 12/01, com início as 8h, será aberto com a palestra “Padrão Racial: Morfologia e Função” a ser proferida por Eduardo Leite Cintra e João Tolesano Junior, dois renomados profissionais com ampla vivência em criação de Mangalarga. Em seguida, a palestra “Criatórios de Mangalarga: Passado, Presente e Futuro” será conduzida por Renato Diniz Junqueira, criador de Mangalarga e vice-presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga. Após as duas palestres, ocorrerá a apresentação de três Conjuntos de Éguas, com espaços para explanação dos criadores, avaliações morfológicas e debates.

No sábado, dia 13/02, o Simpósio terá início as 8h e também oferecerá aos presentes duas palestras. A primeira será sob o tema “Boas Práticas para um Bom Ferrageamento”, proferida pelo médico veterinário Edson Augusto Baldin Pagoto. A próxima palestra abordará “Melhoramento Genético” e será conduzida pelos zootecnistas João Batista da Silva Quadros e Geraldo Santos Castro Filho. Neste dia, serão apresentados dois Conjuntos de Cavalos e, também, o 4º Conjunto de Éguas, composto por Campeãs e Grandes Campeãs Nacionais. “O segundo conjunto a ser apresentado será composto por Campeões e Grandes Campeões Nacionais”, ressalta Luiz Henrique Souza Ribeiro, o Ninho, presidente do Núcleo Mangalarga Sul de Minas e Média Mogianal. Ele complementa que também será oferecido aos participantes um espaço para explanação dos criatórios, avaliações e debates. “É um evento voltado para o criador, pois nosso objetivo será contribuir para que os criadores visualizem suas seleções no momento e consigam identificar as linhas futuras de seleção que ele irá adotar, de acordo com seus objetivos traçados. Atualmente, observamos criatórios que estão um pouco perdidos nas escolhas de sua linha de seleção e esse Simpósio pretende auxiliar aos criatórios a nortear seus direcionamentos. Além disso, será uma oportunidade incrível para realizar um intercâmbio entre as famílias participantes, promovendo debates que enriqueçam a raça Mangalarga e proporcionem um momento de união entre as famílias, a exemplo de como foi a edição anterior, muito agradável e enriquecedora!”, ressalta o presidente, complementando que é importante reforçar que todos os conjuntos apresentados durante o Simpósio, inclusive, os Grandes Campeões Nacionais, estarão a disposição para os criadores montarem e fazerem suas avaliações nos dois dias do evento, o que será uma oportunidade exclusiva de contato direto com os animais considerados referências no Mangalarga.

Acesse este link para assistir um trecho da entrevista do Ninho para o Canal do Boi: https://www.instagram.com/p/BBPewZutpdz/?taken-by=matrizdacomunicacao

Inscrições

O participante do Simpósio terá quatro refeições e bebidas inclusas no valor da inscrição, que será individual. Os valores com desconto para inscrições até dia 1º de fevereiro são: R$ 480,00 para criadores e R$ 280,00 para acompanhantes (esposa e filhos menores) e técnicos da ABCCRM. A partir de 02 de fevereiro, as inscrições serão R$ 560,00 para criadores e R$ 350,00 para acompanhantes, contemplando os dois dias. Para acompanhar apenas um dia de evento, a inscrição será R$ 300,00 por pessoa até dia 01/02 e R$ 400,00 a partir do dia 02/02. As inscrições podem ser realizadas pelo telefone (35) 3551-3254 ou e-mail nucleomangalarga@veloxmail.com.br com Mônica Vasconcellos no Núcleo Mangalarga Sul de Minas e Média Mogiana.


Fonte:
LUCIENE GAZETA – Jornalista/ Assessoria de Imprensa
Luciene@MatrizdaComunicacao.com.br – Fone: (15) 9-9112-0989


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Haras V8 representa raça Mangalarga Marchador em evento international


“Essência das 8 Virtudes: criar com harmonia, treinar com sabedoria, cavalgar com alegria”. Esse foi o tema da participação do Haras das 8 Virtudes, que representou a raça Mangalarga Marchador, durante o evento Global Equus International 2016, que aconteceu de 14 a 17 de janeiro em Porto Feliz/ SP

 Legenda: Apresentação do Haras das 8 Virtudes durante o Global Equus International
Crédito: Julio César Oliveira

A raça Mangalarga Marchador foi representada, durante o Global Equus International 2016, pelos animais do Haras das 8 Virtudes, do criador Ricardo Bacellar. O haras, que fica em Amparo/SP, selecionou 8 animais para realizar quatro apresentações de oito minutos cada uma. As apresentações preparadas por Bacellar tiveram como objetivo demonstrar a combinação de marcha com funcionalidade, evidenciando a versatilidade da raça Mangalarga Marchador. Combinando os estilos western e clássico, alguns cavalos e éguas V8 apresentaram marchas em ritmos variados assim como exercícios funcionais praticados no ensino da equitação. “A idéia das nossas apresentações foi mostrar a forma como os Mangalarga Marchadores são treinados no Haras das 8 Virtudes, privilegiando a marcha natural e o bem-estar dos cavalos”, ressaltou Bacellar.

Outro ponto alto da feira foi o estande do Haras das 8 Virtudes. Preparado em um ambiente rústico e aconchegante para recepcionar os visitantes, acabou sendo uma referência, servindo mais de 500 cafézinhos, preparados com o Café do Haras, durante os quatro dias de evento, para o público que participou dos treinamentos e prestigiou o Global Equus International. Além de tudo isso, a ocasião foi também uma oportunidade importante para divulgar para o público equestre a importante conquista do plantel: a certificação Sela Verde, que visa incentivar boas práticas de manejo, que respeitem o bem estar animal, a preservação ambiental e a responsabilidade social nos diversos tipos de propriedades que trabalhem com equinos do Brasil, desde fazendas e haras até os centros de treinamento e centrais de reprodução.

“O Global Equus International foi um evento muito rico em conteúdo, com a presença de profissionais experientes, reconhecidos internacionalmente e abertos a demonstrar seus conhecimentos e técnicas para todas as raças. A propósito, a troca de créditos entre tantas estrelas internacionais foi algo muito interessante. Observamos um belo clima de admiração, reconhecimento mútuo e confraternização entre todos”, ressaltou Ricardo.

 Legenda: Apresentação do Haras das 8 Virtudes durante o Global Equus International
Crédito: Julio César Oliveira
Visita de palestrantes

Para aprofundar o conhecimento das características do seu projeto com a raça Mangalarga Marchador, Ricardo Bacellar abriu as porteiras do Haras das 8 Virtudes para apresentar seu plantel para cerca de 40 visitantes, entre eles, diversos palestrantes internacionais que se apresentaram no Global Equus International. A visita aconteceu no dia 20 de janeiro e teve como principal objetivo mostrar o sistema de criação praticado pelo haras, o primeiro a ser certificado com o selo Sela Verde. Além de uma caminhada a campo, de cerca de dois quilômetros, apreciando a interação dos cavalos com o meio ambiente aonde vivem, os visitantes também puderam verificar uma apresentação de marcha que Ricardo preparou, utilizando alguns animais tanto de marcha batida como de marcha picada, sempre montados a pelo e sem embocaduras, para que a marcha pudesse ser observada da maneira mais natural possível.

Legenda: Apresentação do Haras das 8 Virtudes durante o Global Equus International
Crédito: Ney Messi
Vários palestrantes se demonstraram impressionados com o que viram. “Particularmente como especialista em comportamento animal, foi a melhor experiência que tive no Brasil, pois ver os cavalos amigáveis, calmos, agindo naturalmente, conversando com os visitantes pelo olhar, foi incrível. Este é o jeito que mais faz sentido numa criação de cavalos”, ressaltou Jenifer Zeligs, PhD em Comportamento Animal pela Universidade da Califórnia. “A maneira como ele cria os cavalos interagindo com o meio ambiente e com a plantação de café, é impressionante. Este formato demonstra a versatilidade destes animais”, reforça o mexicano Rudy Lara, que atua com horsemanship com foco no Cowboy Dressage. “Apreciar animais vivendo naturalmente é lindo em qualquer lugar. Mas, este modelo que verificamos aqui no Brasil é incomum a qualquer lugar do mundo”, avaliou o americano David Lichman, um dos principais instrutores do método Pat Parelli.

Acompanhe o Haras das 8 Virtudes nas redes sociais curtindo www.Facebook.com/8Virtudes

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Luciene Gazeta – Jornalista | Relações Públicas
Luciene@MatrizdaComunicacao.com.br - Fone: (15) 9-9112-0989


Legenda: Apresentação do Haras das 8 Virtudes durante o Global Equus International
Crédito: Ney Messi

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Global Equus International 2016 consagra a credibilidade equestre do Brasil no cenário mundial

Texto: Luciene Gazeta 

Evento aconteceu de 14 a 17/01 em Porto Feliz/SP. Treinadores reforçaram a importância da sensibilidade durante o treinamento dos equinos e proporcionaram um formato inédito de intercâmbio de experiências entre os participantes.

Fernando Rolim, sócio-proprietário do Global Equus e idealizador do evento.
Crédito: Ney Messi

Quatro dias, vinte palestrantes de 5 países, 100 cavalos, 9 raças equinas diferentes, público de 800 pessoas. Estes foram os números oficiais do maior evento internacional do mundo equestre realizado no Brasil, que aconteceu dos dias 14 a 17 de janeiro de 2016 no Haras Raphaela em Porto Feliz/SP e foi promovido por Fernando Rolim e Maria Dalva Rolim. O tema principal que norteou as vinte apresentações profissionais foi como potencializar o trabalho com os cavalos através dos exercícios específicos de cada palestrante. Mas, o evento não se resumiu a isso: a imersão em palestras de conteúdo variado e o momento exclusivo para estar em contato com profissionais expoentes no cenário equestre mundial proporcionou aos participantes e, também, às equipes que trabalharam no evento, um intercâmbio singular de informações e técnicas equestres, enriquecendo profissionalmente os participantes.

Maria Dalva Rolim, sócia-proprietária do Global Equus e idealizadora do evento.
Crédito: Ney Messi
“Muitos palestrantes internacionais estavam no Brasil pela primeira vez e se mostraram encantados com a qualidade dos animais apresentados pelos criatórios brasileiros, se impressionaram com o nível profissional que nosso país dispõe e se surpreenderam com a estrutura do Global Equus International”, comenta Fernando Rolim, médico veterinário que também palestrou no evento o tema “Iniciação de Potros”. Fernando, que foi o primeiro brasileiro a se apresentar em português na Equitana, na Alemanha, recepcionou os palestrantes juntamente com Maria Dalva Rolim, sócia-proprietária da Global Equus que, durante o evento, palestrou sobre o tema “Vida com Cavalos”. “A palavra que resume este evento é credibilidade. Conseguimos realizar uma proposta audaciosa com sucesso e, com isso, acreditamos ter contribuído para estimular a realização de eventos equestres com nível internacional no Brasil”, avalia Maria Dalva.

Raças em exposição

As nove raças que abrilhantaram o Global Equus International 2016 foram o Árabe, Crioulo, Gipsy Horse, Lusitano, Mangalarga Marchador, Mangalarga Paulista, Mini Horse, Muares e Jumentos e Quarto de Milha. Para o criador Ricardo Bacellar, do Haras das 8 Virtudes de Amparo/SP, que representou a raça Mangalarga Marchador no evento – maior raça brasileira em número de animais – a oportunidade proporcionada pelos organizadores foi excepcional para o cenário equestre. “Foi um momento riquíssimo em conteúdo e conhecimento, com profissionais considerados ‘estrelas’ no cenário equestre mundial se apresentando com grande humildade e ressaltando que aprenderam muito com seus colegas de profissão, dando créditos aos ensinamentos dos demais”. 

Pedro Amaral, do Haras El Madan de Iperó/SP, representou a raça Árabe e também reforça a satisfação com o evento. “O propósito do Global Equus International foi extraordinário e os organizadores foram impecáveis: segurança, limpeza, administração e harmonia da equipe, tudo perfeito. Além de podermos observar uma grande interatividade entre as raças e um contato facilitado com profissionais internacionais para troca de experiências que considero incrível”, ele ressaltou. Beatriz Biagi da Beabisa de Ribeirão Preto/SP, representou a raça Mangalarga Paulista, e comentou que obteve um feedback importante da equipe de trabalho do haras, que considerou o evento foi magnífico. “Um evento muito caprichado que proporcionou a abertura da mente para novos conhecimentos. Nossos funcionários adoraram e puderam observar, através dos treinamentos que assistiram, que estamos trilhando o caminho certo”, ela frisou.

Treinadores foram as estrelas

O GLOBAL EQUUS INTERNACIONAL 2016 privilegiou um público amante de cavalos, seja para trabalho, esporte ou lazer e proporcionou um momento ímpar de relacionamento entre os mais diversos profissionais expoentes no cenário mundial de equideocultura. As vinte palestras, conduzidas pelos profissionais Aluísio Marins, Décio Talon, Eduardo Borba, Fernando Rolim, Francisco Carlos Taboga, Jango Salgado, Maria Dalva Rolim, Ndzinji Pontes, Zeca Macedo (Brasil),  David Lichman, Jenifer Zeligs, Juan Vendrel, Rudy Lara, Rudy Lara Jr., Richard Winters, Steve Edwards (EUA), Alfonso Aguilar, Adrian Heinen (Suíça), Oscar e Cristobal Scarpati (Argentina), provaram esta afirmação. E a mensagem principal deixada por todos os treinadores foi, principalmente, a importância da sensibilidade do homem com seu cavalo. Grande parte dos treinadores demonstraram que o olhar humano para o cavalo não pode ser algo mecânico. 

Eduardo Borba, do Projeto Doma de Capivari/SP, um dos palestrantes mais experientes do Brasil, ressaltou que quando foi convidado para o evento, incialmente, não senti empolgação, porém, se surpreendeu com as experiências que vivenciou. "Aprendi muito com os profissionais e levo uma bagagem de conhecimentos renovada. O mais importante é isso, estar sempre aberto a novos conhecimentos e assimilar o que o outro pode nos ensinar”, comentou Borba. “Não me considero treinador de cavalos mas, sim, treinador de homens. Se o homem não mudar seu comportamento com o animal, não há como chegar a um bom resultado”, ele ressalta. “Os pequenos passos errados com os cavalos podem parecer pequenos para nós, humanos, mas são enormes na perspectiva dos cavalos”, comentou Juan Vendrel, que dá aulas no Texas e na Europa em seu treinamento “Solução de Problemas”. Em outro treinamento, “Horsemanship para Marchadores”, David Lichman da Califórnia/EUA, ressaltou que “em 80% dos casos, o andamento ‘marchado’ surge naturalmente, se deixarmos os cavalos à vontade e relaxados”, reforçando a importância da abordagem natural com os animais.

Steve Edwards palestrou sobre o tema Como Lidar com Muares
Crédito: Ney Messi
Steve Edwards, do Texas/EUA, falou sobre “Como Comunicar-se com Muares” e explicou que a mula é um animal muito inteligente que, naturalmente sabe se cuidar. O brasileiro Décio Talon reforçou que o que diferencia um treinador normal de um treinador excepcional é o grau de sensibilidade que o treinador consegue desenvolver com seus cavalos. Richard Winters, Nevada/EUA, destacou a importância de fazer com que as idéias do treinador sejam adotadas como idéias do animal, com o objetivo de transformar o cavalo no melhor que ele possa se tornar.  Jenifer Zeligs, Califórnia/EUA cientista e especialista em mente animal, frisou que a relação com o cavalo é muito mais fácil se o animal quiser cooperar com o treinador. “importante lembrar que o cavalo é um ser vivo como você e é fundamental pensar no que é bom, também, para eles e compreender o que eles possam estar sentindo ou pensando durante o treinamento”, disse Zeligs. E Alfonso Aguilar ressaltou o quanto ficou impressionado com a estrutura do evento. “As apresentações em powerpoint apresentadas pelos brasileiros me impressionaram, nunca vi isto em outros países aonde eu treino, assim como as filmagens que estavam sendo apresentadas em um telão incrível, que frisavam sempre o momento certo e importante do treinamento, demonstrando o profissionalismo de toda equipe técnica do evento”, ressaltou Aguilar

Diariamente, ocorreram também oito shows equestres que foram apresentados pelas raças participantes do evento logo após o almoço. Cada show teve a duração de oito minutos e cada raça usou sua criatividade para demonstrar o potencial dos animais. Uma das apresentações mais emocionantes foi de Fernando Rolim, que montando um cavalo Lusitano, realizou uma demonstração de dressage, sendo muito aplaudida. Outro show diferenciado foi apresentado pelos Haras Mangabaia e Beabisa, que representando a raça Mangalarga Paulista, levaram para o Global Equus International 2016 demonstrações de um projeto social de equoterapia que atende crianças e adolescentes com diversas patologias, utilizando cavalos Mangalarga Paulista para as atividades devido às qualidades e diferenciais desta raça.

Fernando Rolim, durante sua apresentação de dressage com um cavalo Lusitano.
Crédito: Ney Messi
Apresentação da raça Mangalarga, que demonstrou os trabalhos realizados com os cavalos no projeto Social de Equoterapia.
Foto: Luciene Gazeta
Para obter mais informações e fotos sobre o Global Equus International, acesse o facebook do evento: www.facebook.com/GlobalEquusInternational

Informações complementares e fotos do evento:
LUCIENE GAZETA – Assessoria de Imprensa


Para finalizar, o exótico e imponente cavalo Árabe, durante show chamado "Liberdade".
Foto: Ney Messi

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Haras das 8 Virtudes participa do Global Equus International 2016

Haras das 8 Virtudes participa do Global Equus International 2016

Projeto de Ricardo Bacellar, de Amparo/SP, é o primeiro a receber a certificação Sela Verde no Brasil, tornando-se referência para as demais propriedades que atravessam as avaliações

Enduro na Fazenda Capoava - Crédito Ney Messi

O criador de Mangalarga Marchador Ricardo Bacellar prepara o Haras das 8 Virtudes, de Amparo/SP, para participar do evento internacional Global Equus International 2016, que acontece de 14 a 17 de janeiro no Haras Raphaella, em Porto Feliz/SP. Esta oportunidade será a terceira na qual ele apresenta, à comunidade equestre, o conceito dos trabalhos desenvolvidos com a raça pelo criatório, que foi o primeiro haras a conquistar a importante certificação Sela Verde. Celebrando 12 anos de trabalho em 2016, o Haras das 8 Virtudes participará do Global Equus International 2016 (www.globalequusinternational.com.br), que é promovido pelo casal Fernando e Dalva Rolim, da empresa Global Equus, de Cotia/SP. 


Crédito Ney Messi
O evento reunirá 20 dos maiores nomes da equinocultura mundial para apresentações específicas durante quatro dias de intensa programação, e o público aguardado é de cerca de 4 mil pessoas. Neste grande evento, o Haras das 8 Virtudes prepara um aconchegante estande e receberá visitantes para um bate-papo sobre cavalos e uma xícara de café. Além do estande, serão realizadas quatro apresentações que ocorrerão diariamente. A idéia geral das apresentações será mostrar a forma como os Mangalarga Marchadores são treinados no Haras das 8 Virtudes, privilegiando a marcha natural e o bem estar dos cavalos. Através de uma equitação de base acadêmica, combinando os estilos clássico e western, alguns cavalos e éguas “V8” apresentarão sua marcha em ritmos variados, cadenciado, de trabalho e acelerado, assim como alguns exercícios funcionais praticados no ensino da equitação.

Crédito: Paula Da Silva

Para o Haras das 8 Virtudes, esta ocasião do evento internacional será importante para divulgar para o mercado equestre uma importante conquista: a certificação Sela Verde que, em suma, visa incentivar boas práticas de manejo, preservação ambiental e responsabilidade social nas fazendas de equinos do Brasil. O Haras das 8 Virtudes foi o primeiro do Brasil a receber o Sela Verde e tornou-se referência para os demais plantéis que estão em processo de certificação. “Esta conquista reforça que trilhamos o caminho certo de criação e treinamento, além de estar alinhada com o planejamento de seguir passo a passo as etapas de formação de um cavalo que possa expressar o melhor das V.I.R.T.U.D.E.S. que buscamos na nossa seleção: vontade, inteligência, rusticidade, temperamento, utilidade, docilidade, elegância e suavidade”, reforça Bacellar.



Terceira apresentação em 2016
Esta será a terceira ocasião que Ricardo Bacellar expõe o trabalho do Haras das 8 Virtudes, através das apresentações de seus animais. A primeira ocasião foi em 2008 no Centro Hípico Hipocampo, em Amparo/SP, quando Ricardo realizou o evento “Prefácio das 8 Virtudes: Marcha, Café e Viola” reunindo um grupo de amigos, criadores e profissionais da equinocultura para mostrar os princípios básicos do projeto “8 Virtudes”. A segunda ocasião foi em 2012 na Coudelaria Ilha Verde, em Araçoiaba da Serra/SP, em evento aberto ao público durante a gravação do DVD “Primeira Linha das 8 Virtudes: Vivências, Estudos e Amizades”. Como sugere o título do DVD, as apresentações gravadas foram um registro dos trabalhos de treinamento dos cavalos e da equipe do haras, desenvolvidos durante essa fase do projeto “8 Virtudes”.

SERVIÇO:
Apresentações do Haras das 8 Virtudes
Onde: GLOBAL EQUUS INTERNACIONAL 2016 – Haras Raphaela – Porto Feliz/SP
Quando: De 14 a 17 de janeiro/2016, das 8h as 18h

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Luciene Gazeta – Jornalista | Relações Públicas
Luciene@MatrizdaComunicacao.com.br - Fone: (15) 9-9112-0989